terça-feira, novembro 29

Voltando à ativa, depois de um período turbulento e cansativo, onde uma onda gigante de trabalho me impediu de escrever. Ô blogzinho ruim de acabar esse, hein?

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O DISCO



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The Darkness, One Way Ticket To Hell And Back: Pra quem achava que o Darkness era apenas uma piada, aí estão eles de volta, e melhores. Se no primeiro disco, o hard rock farofa dos anos 80 era a grande inspiração, dessa vez o grande "homenageado" é o Queen. A primeira música, One Way Ticket é bem o velho Darkness, um AC/DC com muito batom. Mas já na segunda faixa, Knockers - cuja introdução é igual a de I Want To Break Free - começa a imitação descarada do Queen. English Country Garden tem backing vocals e um andamento muito parecido com os primeiros trabalhos da banda de Freddy Mercury, e Blind Man pode, pela sua grandiloqüência, ser comparada a Who Wants To Be Forever. Para quem conhece o Darkness, nada muito surpreendente, já que o vocalista Justin Hawkins é, sem dúvida, a figura mais afetada que surgiu no rock'n'roll desde a partida de Freddie. Aposto que a bicha-mor do rock concordaria que seu legado está em boas mãos.


O FILME



The Descent (Neil Marshall, Inglaterra, 2005): Podem falar o que quiserem, mas eu sou uma daquelas pessoas que acha que A Bruxa De Blair é um marco do terror no cinema. Sim, porque terror para mim é aquela sensação de estar na descida da montanha-russa, aquele frio constante na barriga, quando todos os pêlos do corpo ficam eriçados e qualquer barulho estranho nos faz pular da cadeira. Junte-se a isso um pouco de claustrofobia, nojo e escuridão, e você tem o genial The Descent, certamente o melhor filme de terror do ano. Um grupo de amigas, amantes de esportes radicais, resolve explorar uma caverna para ajudar uma delas a superar um terrível trauma. Como é de se esperar, tudo acaba dando errado e elas acabam se perdendo dentro da caverna, além de serem vítimas de uma terrível ameaça que se esconde por lá. Digamos que, em termos de originalidade de roteiro, The Descent não é único - a trama é muito parecida com a bomba The Cave. Mas o talento do diretor Neil Marshall dá ao filme uma qualidade acima da média - até aqueles sustos mais clichês funcionam devido ao clima de medo constante do filme. Extremamente recomendável pra quem gosta de ficar duas horas com o estômago apertado e curte roer as unhas até sair sangue.


O FATO

Não poderia ser outro senão a volta do Grêmio à primeira divisão do futebol brasileiro. Como gremista posso afirmar sem medo de errar: foi a decisão de campeonato mais linda, emocionante, surpreendente e heróica da história do clube e, talvez, da história do futebol brasileiro. Em questão de minutos, o tricolor foi do inferno aos céus. Transformou uma situação catastrófica em uma glória histórica. O Grêmio teve sorte, raça e futebol, como teve em todos os seus títulos, só que dessa vez em dose dupla, tripla, quádrupla. Agora é começar tudo de novo para o ano que vem, montar um time que possa fazer frente aos grandes do futebol brasileiro. E que esse time comece com o grande responsável pela conquista: Mano Menezes. Agora, para o ano terminar com chave de ouro para os gaúchos, só falta o Inter conseguir fazer o impossível e ganhar o Brasileiro. Só que milagre só Deus é capaz de fazer, e acho que ele gastou todos os seus poderes sábado nos Aflitos. Portanto, torcida colorada, o negócio é esperar mais uns aninhos para levantar um caneco. Para quem já esperou 13 anos, mais uns 10 não é nada...


A GOSTOSA


Marisol Ribeiro

sábado, novembro 26

LUTO



Pat Morita, the Japanese actor who gained fame and an Oscar nomination for his role as Mr. Miyagi in the endless Karate Kid series, died Thursday. Morita, whose first major role was that of Arnold Takahashi on Happy Days, began acting in 1967 (as "Oriental #1" in Thoroughly Modern Millie) and had worked steadily since The Karate Kid was released in 1985.

In addition to his pop culture resonance as Mr. Miyagi, Morita also served as one of the few well-known reminders of the US internment of Japanese-Americans during World War II. As a child, he was sent directly from the hospital - where he was recovering from spinal tuberculosis - to join his parents in an Arizona internment camp. Morita never shied away from talking about his time in the camp, and thus was one of the few prominent voices still discussing that period of American history.

Morita was 73
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Crédito: Cinematical


Estou vivo, pessoal. Apenas sem tempo nenhum para postar. Mas assim que a coisa se acalmar, voltaremos à programação normal.

sábado, outubro 29

POST ESPECIAL - TIM FESTIVAL



Somente agora, três dias depois, tive coragem de falar um pouco sobre o que aconteceu na última terça-feira em Porto Alegre. O que você vai ler nas próximas linhas pode parecer exagerado, mas lhe garanto que não é mesmo. Oito mil pessoas presenciaram o MELHOR SHOW DE ROCK DA HISTÓRIA DA CIDADE! E o irônico disso tudo é que não era o show principal, e sim o show de uma das bandas de abertura. O incensado - com toda razão - Arcade Fire.

Cheguei no meio do primeiro show da noite, o dos gaúchos do Acústicos & Valvulados. Tudo bem que exista uma lei que obrigue ter uma banda gaúcha na abertura de shows estrangeiros, mas os promotores do show poderiam ter escolhido uma banda que tivesse mais a ver com as bandas principais. Mesmo assim, os gaúchos não fizeram feio. Entraram no palco sabendo que a reação da platéia seria adversa e fizeram até piada com a situação. O problema é que as músicas não ajudam. Durante o show do Acústicos, enquanto tomava uma cerveja, uma figura estranha me chamou a atenção. Um cara alto, cabeludo e vestido de amish caminhava tranquilo entre as pessoas sem ser reconhecido. Não acreditando no que estava vendo, o chamei pelo nome, o que lhe causou uma certa surpresa. Era o vocalista do Arcade Fire, Win Butler. Falei algumas coisas num inglês macarrônico, mas me fiz entender. Na verdade não lembro bem o que falei com ele, só sei que ele ficou por ali uns bons 10 minutos, sem que as pessoas à nossa volta suspeitassem de quem se tratava. Tá duvidando? Então dá uma olhada...

Ainda com um sorriso que insistia em não sair da minha cara, vejo aquele cara que meia hora antes estava vendo o show comigo subir no palco com mais um monte de gente. Eu já conhecia a banda e suas músicas por escutar compulsivamente o disco Funeral e por ter baixado uma apresentação deles com a participação do David Bowie. Mas quando Richard Parry começou a marcar no tambor a batida marcial de Wake Up, eu vi que estava diante de uma das melhores bandas em cima de um palco que eu já tinha visto. O Arcade Fire é uma mistura estranha ao rock que, no entanto, dá certo. Eles não tem o mínimo sex appeal, não parecem uma banda de rock convencional - tambor, violinos e acordeon não são comuns de se ver - mas a paixão que demostram ao tocar conquista instantaneamente. Dá pra se dizer que é mágico. Nas músicas seguintes, a banda sempre surpreendeu a platéia, lançando mão de recursos completamente originais, como um solo de capacete em Laika - com direito a mosh de Richard Parry, sempre ele - uma dancinha robótica de Régine Chassagne em Haiti, um baixo acústico em Brazil. Depois da excelente cover para State Trooper, de Bruce Springsteen, o show atingiu seu auge, com a sequência da linda balada Crown of Love e as agitadas Neighborhood 1 (Tunnels) e Neighborhood 3 (Power Out), culminando com a música mais esperada pelos (poucos) fãs, Rebellion (Lies). Essa música foi um espetáculo à parte. A grande maioria das pessoas presentes que não conhecia a banda, se rendeu ao espetáculo quando o tímido William Butler pegou o tambor e escalou a estrutura metálica do lugar, sendo saudado por um lindo coro da platéia, acompanhando a melodia dos violinos. Emocionante! Ficou a impressão que Porto Alegre presenciou o início de uma banda que, certamente, ainda vai se tornar muito grande. Quem estava lá já tem história pra contar para os filhos.

Depois disso, ainda tinha a atração principal, os Strokes. O show foi bom, mas depois do show do Arcade, fica difícil gostar de qualquer coisa. Mas quem consegiu sair do transe proporcionado pelos canadenses, pôde ver as excelentes músicas novas da banda, com destaque para a pesada Juicebox, que já toca nas rádios, e para Hawaii-Aloha, que lembra muito o Beach Boys do início de carreira. Talvez se o Strokes não tocassem depois do Arcade Fire...

Enfim, uma noite inesquecível, que não foi estragada nem pela péssima acústica do lugar, nem pelo engarrafamento na saída e nem pela frente do meu CD Player roubada de dentro da minha bolsa durante o show. Para descrever o que foi o show, cito o baterista do Strokes, Fabrizio Moretti, em entrevista ao colunista Lúcio Ribeiro: "Só neste ano eu vi o Arcade Fire quatro vezes. Teve uma vez dessas em que eu achava que minha vida estava uma merda e eu fui ver o Arcade Fire. Para mim, o show foi como uma experiência religiosa. Foi inacreditavelmente emocionante. Como se fosse uma cerimônia da felicidade de viver. Soa estúpido, mas é a melhor descrição do que eu vi e senti. Saí do show uma outra pessoa, melhor". Certamente todos os presentes saíram com a mesma sensação...


Essa semana não tem filme, nem fato, nem mesmo gostosa, mas semana que vem tem post novo nos mesmos moldes de sempre. Até lá!

domingo, outubro 23

O DISCO


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Zoot Woman, Living In A Magazine: Essa semana já tinha seu disco escolhido (We Are Scientists, With Love And Squalor), mas depois de descobrir essa pérola, não deu pra resistir. O Zoot Woman é o mais novo projeto do DJ francês Jacques Lu Cont - mais conhecido pelo seu outro peojeto, o Les Rythmes Digitales, que lançou o excelente disco Darkdancer, em 1999 - e revisita a sonoridade de bandas bem conhecidas dos anos 80, como Human League e Spandau Ballet. E quando eu digo revisita, chega a ser pouco: à primeira audição, o Zoot Woman dá a impressão de ser realmente uma banda da época, pela mixagem e timbre dos teclados. A banda já é uma das queridinhas da crítica especializada lá fora e Lu Cont é o produtor escolhido por Madonna para pilotar seu próximo disco. Destaques para as músicas Information First e para a excelente cover de The Model, do Kraftwerk. Em tempo: a dica desse disco eu achei na coluna Remix, da Zero Hora de quinta-feira, que melhorou muito depois de trocar de mãos e ficar a cargo da ex-baixista do Wonkavision, Grazi Badke. Ao menos agora é uma coluna de verdade, e não uma mera agenda do mundinho clubber-publicitário-indie de boutique porto-alegrense.


O(S) FATO(S)

Essa semana foi recheada de acontecimentos importantes, até no âmbito pessoal. Por exemplo, minha placa de video fritou e eu recebi $$$ do Orkut (mas, por contrato, não posso falar mais à respeito...). Mas como meu umbigo não é o centro do mundo, achei melhor falar do fato mais importante para a sociedade em geral, o Referendo sobre a questão do desarmamento. O povo brasileiro mostrou nas urnas que o país ainda não está preparado para se desarmar. Eu sou contrário a qualquer tipo de arma. Não tenho e não terei. Mas se tiver que escolher entre eu ter uma arma e um bandido, eu ainda escolho ficar com meu direito. Prefiro que ele ainda pense duas vezes antes de entrar na minha casa por não ter a certeza que estarei armado esperando. A discussão é grande e nunca vai acabar, mas acho que nenhum argumento bate o fato de que os bandidos não deixariam de ter armas se o SIM ganhasse. E ficar a mercê de vagabundo não é o que eu - e 64% da população - queremos. E Marquinhos, quanto ao comentário do post anterior, eu só te digo uma coisa: se o SIM ganhasse e um bandido machucasse qualquer um dos meus familiares, eu delegaria a culpa a você, OK? Pode ter certeza que a possibilidade disso acontecer seria infinitamente maior à qualquer uma das coisas que tu citasse. Acidentes e tragédias acontecem, com ou sem armas. Mas crimes são deliberados, pensados e acontecem todos os dias. E se não tivéssemos nem a chance de nos defendermos, a coisa ficaria ainda pior.

Ah, e como não poderia deixar de ser, um pouco de futebol: Como em todos os anos, o colorado morre na praia. E o Guaíba aumenta de nível com a choradeira. Botam a culpa no Zveiter, no juiz, no Papa, no Tião, na Sol e no Carreirinha e não no time fraco e inexperiente que entrega a rapadura no final contra o Juventude. E não adianta chorar e reclamar do juiz. Qualquer observação isenta dos lances da partida irá dar razão às decisões do juiz. O Clemer se adiantou no pênalti sim. E preparem-se: logo, logo tem o Boca na Argentina. E o colorado ainda faz questão de jogar na Bombonera! Bem se vê que é um clube que não tem passaporte, que não sabe direito como é a coisa lá fora. Um time desses não pode ser campeão de coisa nenhuma, nem de uma Conmebol de araque como essa Sul-Americana...


O FILME (na verdade, A SÉRIE)



Band Of Brothers (Vários diretores, EUA, 2001): Depois de muito tempo consegui ver a tão falada série sobre a Segunda Guerra produzida por Steven Spielberg e Tom Hanks. E me arrependi amargamente. Me arrependi de não ter visto muito antes! A série é um retrato fiel da história real da companhia Easy, um grupo de para-quedistas voluntários que saltaram na Normandia no Dia D e acabaram fazendo parte de todas as grandes batalhas aliadas na grande guerra. Um tratado emocionante de amizade, heroísmo e dedicação, mostrando em detalhes o que foi a Segunda Guerra do ponto de vista de quem estava lá dentro. Tudo isso com excelentes imagens, efeitos especiais e atuações. Se você tem 13 horas disponíveis, eu recomendo. Principalmente o documentário com os reais integrantes da Companhia Easy, todos com mais de 80 anos, que contam com muita emoção as histórias mostradas na série.


A GOSTOSA


Luciele de Camargo


Por ora, era isso. Semana que vem tem mais, com o show do Arcade Fire e do Strokes puxando a fila...

UPDATE

1) Só pra reforçar: o Arcade Fire vai ser, certamente, épico! Baixei uma apresentação deles com o David Bowie e os caras no palco são DEMAIS! Tô achando que hoje à noite vou ver o melhor show da minha vida. O setlist tá aqui.

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Roubado do Fabrício...

UPDATE 2

Chegando agora do show. Primeiras impressões:

- O Strokes foi bom como eu esperava. Quase previsível. Mas o Arcade Fire foi mais do que eu pensava - simplesmente embasbacante! Além disso, ainda assisti o fim do show do Acústicos & Valvulados com meu brother Win Butler, que estava humildemente no meio da galera - tenho foto pra confirmar. Pena que, na hora de ir embora, louco pra escutar o meu recém-baixado bootleg do Arcade num show em Paris, descobri que a frente do CD Player do meu carro foi roubado de dentro da minha bolsa por um mão-leve de primeira categoria. Mesmo com isso, o sorriso no rosto perdura até agora. Mais detalhes e fotos do show no próximo post...

quinta-feira, outubro 6

O(S) FILME(S)



Dogtown And Z-Boys (Stacy Peralta, EUA, 2001)/Os Reis de Dogtown (Lords Of Dogtown, Catherine Hardwicke, EUA, 2005): Como um bando de guris, que só queriam andar de skate e se divertir, conseguiram criar toda uma cultura? É o que contam os dois filmes acima citados. O primeiro é um documentário que conta a história real de um bando de garotos de Venice, Califórnia, os Z-Boys, cuja ousadia e talento acabaram influenciando toda a cultura do skate atual, desde a atitude, a música e o vestuário. Com a seca que atingiu o estado americano em 1975, os meninos que estavam acostumados a andar com seus skates em ladeiras e pequenas rampas de concreto, descobriram o potencial das piscinas vazias e, literalmente, inventaram o skate vertical, o que lhes transformou em ídolos mundiais da noite para o dia. O documentário mostra os fatos e o que aconteceu com os personagens dessa história, com imagens da época - algumas raríssimas - e depoimentos dos protagonistas. Já o segundo é um filme que se aprofunda mais na história dos três garotos mais importantes desse momento, Stacy Peralta (John Robinson, de Elephant), Tony Alva (Victor Razuk) e Jay Adams (Emile Hirsch, de Um Show de Vizinha). Os três amigos são inseparáveis até que o sucesso nas competições de skate acaba por separá-los. Enquanto o bom-moço Peralta e o ególatra Alva alcançam o sucesso, o badboy Adams, o mais talentoso deles, acaba caindo totalmente no submundo. Mas mesmo com essa separação e a rivalidade inerente a relação dos três, a amizade inicial não termina. Catherine Hardwicke, a mesma diretora de Aos Treze, continua com seu estilo que mistura MTV com Kids, porém em Lords... ela alcança um melhor resultado, principalmente pela qualidade da história e pela atuação de Emile Hirsch, que se mostra um ator de altíssima qualidade ao conseguir demonstrar uma atitude radical em contraponto à sua estampa. Os dois filmes se completam e tem como elo principal Stacy Peralta, que dirigiu um e escreveu o roteiro do outro, com uma humildade pouco vista no mundo do cinema. Mesmo sendo dos três o que teve maior sucesso comercial na época, se tornando um ídolo da juventude, Peralta presta um tributo ao talento de Alva e, principalmente, Adams, que teve uma vida atribulada por conta de problemas com drogas e com a polícia. O documentário é encontrado nas boas locadoras e o filme estréia dia 21 de outubro.


O DISCO


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Paul Weller, As Is Now: O ex-vocalista do Jam e do Style Council volta com um ótimo álbum solo, que certamente vai agradar os antigos fãs dessas bandas e conquistar mais alguns. Weller, mesmo não negando seu passado - ecos de Jam podem ser ouvidos em Come On Let's Go e From The Floorboards Up, assim como o estilo new bossa do Style Council está presente em The Start Of Forever - mostra que pode se dar bem em outros estilos como o funk, o folk e o jazz. Destaques para as faixas Bring Back The Funk, Fly Little Bird e Blink And You'll Miss It


O FATO (1)



Esse cara aí de cima é o novo James Bond. O inglês Daniel Craig vai interpretar o lendário agente secreto no próximo filme da série, Cassino Royale. Craig, que pode ser visto em Sylvia e no excelente Layer Cake, difere dos outros Bonds pelo tipo físico, já que é loiro e todos os anteriores eram morenos. Apesar de ser um bom ator e ter algum carisma, acho que Craig será um novo Timothy Dalton e não esquentará lugar no papel. Foi a mesma coisa quando Roger Moore largou a série. Todos achavam que Pierce Brosnan era o mais indicado para ser o novo Bond, mas o escolhido foi Dalton e Brosnan assumiu o posto bem depois. Dessa vez vai ser igual: Craig faz dois ou três filmes, não dá certo e Clive Owen assume.

De qualquer forma, o cara merece respeito. Traçou a Sienna Miller e enfiou um par de chifres no Jude Law, hehehe...


O FATO (2)

Aqui no Rio Grande só tem um líder: GRÊMIO! Parece que mais uma vez o colorado vai morrer na praia. Bem feito. Ficaram uma semana na liderança e já estavam falando como campeões. Mesmo na segundona ainda é muito bom ser gremista...


A GOSTOSA


Viviane Bordin


Bah, o w.bloggar viajou! Perdi o post da semana passada...

domingo, setembro 25

(untitled)

Já me disse com sabedoria minha gatinha: as melhores coisas não podem ser publicadas num blog. E minha mãe uma vez disse que não é bom falar muito das coisas boas porque atraem a inveja dos infelizes. Além disso, todo mundo sabe que a felicidade - ao menos para mim - não é sinônimo de inspiração. Com a chegada do meu aniversário e, consequentemente, o final do meu inferno astral de agosto, a felicidade retornou a esses pagos e pelo jeito ainda vai ficar por um bom tempo. Ou seja, total falta de assunto e muito sorriso no rosto.

Poderia falar de alguns filmes que vi ultimamente - por exemplo, Layer Cake e The 40 Year Old Virgin, excelentes. Poderia falar alguma coisa sobre as estréias das novas temporadas de Lost e The O.C., dos discos novos do Franz Ferdinand, do Ryan Adams, do Deep Purple, do Neil Young, do Nada Surf, da crise em Brasília, do Katrina, do referendo (meu voto é CONTRA). Enfim...

Continuo ligado no mundo e minha vida continua muito bem, inclusive com perspectivas de melhorar nos próximos anos. Meu ódio por algumas pessoas e por algumas instituições continua. Mas a verdade é que eu hoje acho bem melhor deixar as coisas ruins quietinhas no canto delas e aproveitar o que é bom, como um disco do Smiths ou um filme do Peter Sellers. Confesso que cogitei fechar esse blog e me encostar lá pelo milamori como colaborador, mas tenho um problema sério com rompimentos radicais. Cheguei a conclusão que a única coisa que me motivava a dar uma de crítico musical e cinematográfico era o fato de ver e escutar os lançamentos antes dos outros, mas hoje todo mundo tem banda larga e já descobriu como usar o BitTorrent. Além disso, descobri que escrevo muito mal, e se eu não sou o melhor em alguma coisa, prefiro me recolher ao meu canto e me resignar a minha insignificância.

Por isso, provavelmente esse blog não terá mais nenhuma resenha, ou comentário, ou egotrip. Não pretendo fechá-lo, mas talvez achar um novo formato que me tome menos tempo e menos trabalho mental. Talvez começar a escrever menos, fazer posts de duas linhas, listar os lançamentos e dar estrelinhas de cotação, sei lá... O mais provável é que eu coloque um aviso de proibido para menores de 18 anos e transforme num blog de putaria.

Só sei de uma coisa: entre a minha felicidade e a volta da inspiração decorrente da tristeza, fico com a primeira opção.

terça-feira, setembro 13

FESTINHA!


BLOG NOVO (NOVO?)

Ela voltou. Já estava parecendo o Guns n'Roses, mas agora parece ser para valer. A mulher mais linda e inteligente do mundo resolveu voltar à blogosfera, proporcionando a nós, mortais, um pouquinho do seu humor e de sua sabedoria. Veja mais em milamori.blogspot.com.

sexta-feira, setembro 9

AS CERTINHAS...


GUARDEM MINHAS PALAVRAS:

O funk carioca vai ser a próxima moda.


Já diz a musa Tati Quebra-Barraco, eu sou feia mas tô na moda. O funk carioca é feio, chulo e brega, mas está atravessando as fronteiras do Brasil e conquistando fãs lá fora. Já é até personagem da novela das oito! A diva M.I.A., com seu sucesso Bucky Down Gun, é uma das queridinhas das baladas indies mais descoladas e vai ser uma das atrações do Tim Festival em outubro. Daqui a pouco o Caetano Veloso lança um disco de funk com versões de voz e violão e todos os bacanas vão botar a mão no joelhinho e rebolar ao som do DJ Marlboro.

Eu, que já muito execrado por dizer abertamente que gosto de funk, vou ter finalmente a minha vingança...
JUDAS PRIEST E WHITESNAKE - GIGANTINHO - 06/09/2005

O heavy metal sobrevive, e muito forte. Foi o que deu pra ver na noite de terça no show que o Judas Priest e o Whitesnake fizeram aqui em Porto Alegre. Por mais que digam que o gênero perdeu força nos últimos anos, a verdade é que ainda o som pesado tem fãs, e muitos, diga-se de passagem. E não são aqueles remanescentes das saudosas décadas de 70 e 80, quando o HM era forte. Muitos adolescentes, com suas camisetas pretas e cabelos compridos, mantém viva a chama do rock. No Gigantinho era comum ver rugas e barrigas ao lado de rostos imberbes, todos cantando as letras em uníssono, como se fossem sucessos radiofônicos atuais. E todos esses boquiabertos pela chance de ver dois ícones do metal ainda em plena forma.

O Whitesnake abriu o show disposto a ganhar a platéia logo de cara. É notória a antipatia que alguns tem pelo vocalista David Coverdale pela postura de sex symbol adotada nos anos 80, a ponto de se esquecerem que Coverdale surgiu como vocalista do lendário Deep Purple nos anos 70. Para lembrar esse momento de sua carreira, a banda abriu o show com um medley de Burn/Stormbringer, dois clássicos do Purple. Daí em diante, foi um clássico atrás do outro: Bad Boys, Still Of The Night, Crying In The Rain, Slow An'Easy... Em Love Ain't No Stranger e Give Me All Your Love, deu pra ver que os comerciais do cigarro Hollywood, popularíssimos na década de 80, ainda estão presentes na mente dos trintões, que cantaram a letra inteira das duas músicas. Já em Is This Love, a platéia feminina veio abaixo. Como de costume, o Whitesnake está com uma formação diferente, mas a qualidade se mantém. Os guitarristas Reb Beach e Doug Aldrich fazem uma dupla muito competente, mas não o suficiente para fazer os fãs esquecer da dupla Adrian Vandenberg e Steve Vai, que gravou o álbum Slip Of The Tongue. Na bateria, Tommy Aldridge desafia o tempo e a idade mostrando que ainda tem a mesma energia dos tempos que tocava com Ozzy Osbourne. Em seu solo, Aldridge jogou as baquetas pra galera e terminou tocando só com as mãos, levando a platéia a loucura. Coverdale continua o mesmo. Sempre lembrando muito Robert Plant, na voz e nos trejeitos - por isso o apelido Coverplant - mas ainda assim, um frontman excelente e surpreendentemente simpático. Um grande show de uma grande banda, que por si só já valia o ingresso.

Mas a atração principal ainda estava por vir. O Judas Priest é um dos inventores do heavy metal, tanto pela sonoridade quanto pelo visual. E o que deu pra ver nas duas horas de show é que os mais de trinta anos de carreira não arrefeceram a energia tradicional da banda. No intervalo dos dois shows, o que a platéia se perguntava era "será que o Rob Halford vai entrar de moto no palco"? Não entrou, mas sua primeira aparição não foi menos bombástica, aparecendo num elevador no fundo do palco bem depois da entrada do resto da banda, vestindo uma capa de couro com detalhes em metal, exibindo sua careca tatuada e cantando Electric Eye com a voz potente de sempre. Claro que, ao se falar de Rob Halford, é impossível não fazer uma piada sobre a sua declarada homossexualidade, mas eu é que não vou fazer essa piada. O cara continua com a mesma pose de mau, mais macho que muito metaleiro por aí. O show do Priest foi igual ao que estamos acostumados a ver: o baixista Ian Hill paradinho no lado do palco, os guitarristas K.K. Downing e Glenn Tipton quase sempre em primeiro plano, entrosadíssimos e o baterista Scott Travis quebrando tudo lá atrás. Halford passeia com autoridade pelo palco e por duas passarelas laterais, (ainda) ensurdecendo a todos com seus agudos impressionantes. O show atinge o seu auge com a clássica Breaking The Law, berrada pela platéia. As músicas do disco novo, mesmo muito boas, deixam o pique cair um pouco, mas quando a banda toca Turbo Lover, a platéia levanta de novo (e dizer que essa música foi execrada quando do lançamento do disco Turbo, em 1986). Mais para o fim do show, a banda executa um clássico atrás do outro: Victim Of Changes, Exciter, Painkiller. Depois de uma pequena paradinha, o momento que todos esperavam: Halford entra no palco em cima da sua Harley para cantar Hell Bent For Leather. E com Living After Midnight e You've Got Another Thing Comin', o Judas encerra um show que certamente ficará guardado na memória dos 6.700 presentes, dando a certeza que o heavy metal está muito longe de acabar.
ABSURDOS QUE LI/OUVI NOS ÚLTIMOS DIAS

Uma das maiores - ou A maior - rebelde de boutique de Porto Alegre em seu fotolog, provando o rótulo dado:

"Para os hipócritas de plantão: porque não basta dizer que faz guerrilha, tem que mostrar a cara!!PORRA!!!]

Eu entrevistando o Sérgio Amadeu, Pres. do ITI.

Figurino: Ronaldo Fraga/Rouparia"


É isso aí! A rebeldia agora é pop, chique e usa griffes caras. Bem vindos ao século XXI.

Perguntado sobre quem ele achava um exemplo de rebeldia nos dias de hoje, um dos intelectualóides portoalegrenses radicado em São Paulo respondeu:

"Paris Hilton, porque ela dá pra todo mundo e não dá satisfação pra ninguém".

Partindo desse princípio, a maior rebelde do Brasil, na opinião do cara, deve ser a Preta Gil.

E ainda me perguntam porque eu ando de saco cheio desse povinho...

sexta-feira, setembro 2

AS CERTINHAS...


MORTE!

Morte aos salames, aqueles que nunca se comprometem, que posam de bonzinhos, que não contestam nada, que dão o tapa e escondem a mão. Morte aos falsos intelectuais, os insignificantes que acham que suas opiniões vão mudar a vida de alguém, que se julgam o supra-sumo da cultura e o último grito de qualquer assunto. Morte aos nerds revoltadinhos, que auto-justificam seu fracasso social atrás de uma falsa opção de vida, que dariam um dedo para serem bonitos e bacanas mas desdenham quem o é. Morte aos falsos profissionais, que acham que o autodidatismo é a mesma coisa que experiência e formação. Morte aos cineastas brasileiros incompetentes, que culpam a burrice do público pelas más bilheterias de seus filmes, como se todo mundo gostasse de pagar para ver um filme ruim. Morte aos jogadores de futebol, que ganham rios de dinheiro para fazer bem o que muitos pagam para fazer mal, e não conseguem acertar uma bola num quadrado gigantesco. Morte às corporações, que nos empurram seus produtos mal feitos como se fossem imprescindíveis e depois simplesmente ignoram nossas reclamações, nos tratando como realmente somos, joguetes. Morte às mulheres caça-dotes, que traem o marido com o primeiro pedreiro bem-dotado que aparece. Morte aos maridos hipócritas, que procuram fora de casa o que a esposa está louca para dar e não o faz por sua própria incompetência e falta de interesse. Morte aos publicitários mortos de fome que acham que são grande coisa com suas roupinhas da moda, que comem feijão frio e arrotam caviar. Morte aos médicos desinteressados, que tratam a saúde como fonte de renda, que deixam de atender quem precisa, que tratam seus pacientes como gado. Morte aos professores arrogantes, que estão pouco se lixando com os alunos, que se preocupam mais com uma pseudo-fama acadêmica do que com o fruto de seu trabalho. Morte aos políticos e á democracia, já que não sabemos como lidar com eles. Morte ao povo ignorante sem memória, que acredita em tudo que a mídia fala, que troca seu voto por uma cesta básica ou por um sub-emprego. Morte aos saqueadores de New Orleans, que se aproveitam da desgraça alheia. Morte aos puxa-sacos. Morte aos gays enrustidos. Morte aos homofóbicos. Morte aos gays que desdenham de quem não tem a mesma opção sexual que eles. Morte aos racistas, negros e brancos, que não se deram conta que estamos no século XXI e já não existe uma raça totalmente pura. Morte aos pedófilos e estupradores. Morte aos defensores dos direitos humanos dos criminosos e não das vítimas. Morte aos que acham que o desarmamento vai acabar com o crime. Morte aos funcionários públicos que não fazem nada além de bater o ponto e encher o saco com greves e mais greves. Morte aos aspones. Morte ao sexo de pau-mole do Sexytime, tão excitante quanto uma banana de plástico. Morte aos órgãos de defesa do consumidor, que aceitam suborno das grandes empresas para abafar os abusos. Morte aos advogados picaretas, que defendem quem paga mais e não quem é injustiçado. Morte a quem escreve "naum". Morte aos blogueiros, com suas opiniões inócuas e com suas frases mal feitas, que entopem a internet e a cabeça dos incautos com idiotices.

Eu estou indignado. Com tudo. Até comigo.
NÃO PERCA!!!!



THE 4400 - 2° TEMPORADA!


No último século, milhares de pessoas desapareceram. Quando um cometa muda de rota, vindo em direção a Terra, a extinção do ser humano parece eminente. Países de todos os cantos do planeta lançam mísseis nucleares na esperança de destruir o cometa, mas inexplicavelmente os mísseis não fazem efeito pois não era um cometa. A bola de luz entra na atmosfera e quando tudo parece estar acabado, a luz reduz a velocidade e toca o chão. Logo depois, a luz diminui em um ponto intenso até explodir, deixando 4400 pessoas. Todas essas pessoas estavam desaparecidas, algumas há meses, outras há mais de 50 anos, e nenhuma envelheceu nem um dia. Todos os que retornaram ficaram em quarentena, receberam uma pulseira de identificação e eventualmente iam voltando para suas famílias.

A série gira em torno da vida de algumas dessas 4400 pessoas que retornaram e agora tem de retomar a sua vida interrompida. Logo após serem liberados, alguns dos que retornaram começam a experimentar novas e inexplicáveis habilidades. Está nas mãos de Tom Baldwin e Diana Skouris, dois agentes, descobrir o mistério por trás dos 4400.


É o seguinte, pessoal: eu acabei de ver a 2° temporada e posso afirmar que a série é ESPETACULAR! Pra quem gosta de suspense e ficção científica, The 4400 é um prato cheio. A primeira temporada passou no Universal Channel ano passado no Brasil, sem muito alarde - quem perdeu pode comprar o box que já está em pré-venda no Submarino. Já a 2° estréia agora dia 09 de setembro, às 23hs. Repito, vale a pena conferir. Se você é como eu, alguém que conta os dias até a estréia da nova temporada de Lost, aí está uma boa idéia para passar o tempo. O único problema é a grande chance desse passatempo virar um novo vício...

quinta-feira, setembro 1

AS CERTINHAS...


A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:

O que é pior: ser um puxa-saco, querido por todos e cheio do dinheiro ou um autêntico que sempre quebra a cara por não ter papas na língua?

Num mundo perfeito, certamente seria a primeira opção.

Mas não vivemos num mundo perfeito...

P.S.: A merda é sempre a mesma, só muda de endereço...
POST COMEMORATIVO

Enfim, agosto acabou. Cachorro louco é pouco. Certamente esse agosto foi um dos piores que eu já tive na minha vida. Simplesmente nada deu certo. Pra se ter uma idéia, teve um dia que eu acordei e, em apenas duas horas, eu detonei com meu HD - que teve que ser formatado posteriormente - tive que tomar banho frio porque a bomba d´água do prédio estragou e quebrei a chave do carro. Isso sem contar na morte do cachorro que estava a 13 anos na família e de um dos melhores amigos da minha mãe. O engraçado é que eu achava que era só comigo, já que estou no chamado "inferno astral" que antecede meu aniversário, mas a opinião é geral, agosto foi ruim para todo mundo que eu conheço. Por isso, que venha setembro com boas notícias e muita felicidade...
RAPANDO AS FICHAS

Não adianta. Ainda a melhor banda de rock - rock mesmo, aquele... - do mundo é o Rolling Stones. Mick Jagger e seus companheiros desafiam a idade e mostram que só mesmo a morte vai fazer com que os vovôs parem de tocar e criar. Enquanto a grande maioria de seus contemporâneos morreram, se aposentaram ou vivem do passado, os Stones se renova a cada disco. O novo disco. A Bigger Bang, é talvez o melhor deles desde os anos 70. Enquanto os anos 80 e 90 mostraram uma banda preocupada em flertar com a "modernidade" - principalmente nos álbuns Dirty Work e Voodoo Lounge - o novo disco remete aos melhores momentos da banda nos anos 70, tanto na sonoridade quanto na pegada. Pra ser mais exato, as canções de A Bigger Bang lembram muito o Stones de discos como Sticky Fingers e, principalmente, Exile On Main Street. O disco começa com uma paulada de cara, Rough Justice. Crua e pesada, é a nova Brown Sugar. O pique rock'n'roll continua até a quinta faixa, Streets Of Love, uma linda balada que já está tocando nas rádios. Logo a seguir, Back Of My Hand mostra que o Stones ainda é aquela banda de blues que já nos proporcionou maravilhas como Little Red Rooster e Love In Vain. Claro que, como em qualquer bom disco do Stones, não poderia faltar a voz de Keith Richards em uma faixa, no caso, This Place Is Empty, bem ao estilo do guitarrista: lenta e melancólica. Quando parece que os velhinhos entregaram os pontos e baixaram a bola com uma balada atrás da outra, eis que vem mais um rockão de primeiríssima, Oh No, Not You Again. As músicas seguintes destoam um pouco do resto do disco, tanto em qualidade quanto em energia, mas ainda dá pra considerar a levada diferente de Look What The Cat Dragged In. Mesmo decaíndo no final, A Bigger Bang ainda pode ser considerado um grande disco, certamente um dos melhores do ano, um exemplo de que qualidade não tem idade. O disco vai ser lançado mundialmente no dia 5 de setembro, mas já pode ser facilmente encontrado por aí, se é que vocês me entendem...


Cada vez mais, a melhor banda de ROCK do mundo

quarta-feira, agosto 24

AS CERTINHAS...